6 propostas de artes para download

Relatos de 6 experiências com artes visuais organizados e sistematizados para download. Inspire-se e crie propostas para a turma!

A partir do dia 23 de novembro (2016) estará no ar o site Arte na Creche, uma publicação virtual que apresenta 6 proposições para trabalhar as linguagens artísticas com crianças de 0 a 3 anos.

emktA publicação foi elaborada, durante o ano de 2016, em coautoria por Cenpec e Impaes e 3 parceiros: Associação Sabiá, Comunidade Educativa CEDAC e Instituto Avisa Lá, sendo fruto de uma experiência que teve início em 2014, quando Impaes e Cenpec iniciaram o Programa Desafios Impaes com foco na Educação Infantil, apoiando projetos de formação de professores em creches.

 

As 6 proposições são:

  • Explorações com materiais de largo alcance
  • Experiências estéticas, poéticas e lúdicas com argila
  • Explorações plásticas
  • Faz de conta
  • Narrativas infantis
  • Reinvenções de objetos do cotidiano

Todas elas são fruto da experiência de cada parceiro nas escolas em que a formação ocorreu, por isso há relatos, depoimentos e até mesmo imagens que demonstram como a proposta foi desenvolvida com as crianças.

img3A ideia da publicação é registrar e sistematizar uma experiência inovadora do Impaes e do Cenpec junto aos seus parceiros e às creches, bem como oferecer subsídios e orientações para que muitos outros professores e educadores possam explorar e experienciar as diversas linguagens artísticas no contexto da Educação Infantil.

Segundo Fernanda Kivitz, gestora de projetos do Cenpec, as 6 propostas são relatos sistematizados das experiências, porém com um tom de orientação para que possam se adequar a diversos contextos.

img4Os conteúdos pretendem inspirar os professores e apresentar maneiras de trabalhar com materiais como argila, materiais de largo alcance, tintas, entre outros. Em cada proposta há uma lista com referências téoricas e documentos oficiais que respaldam e embasam o trabalho. Essas referências permitem que a pesquisa e a exploração extrapolem o site do Arte na Creche, e favoreçam a busca do professor pelo seu próprio percurso.

A partir de 23/11/2016 o material estará disponível para download no site artenacreche.org.br . Também no dia 23, das 9h as 11h, haverá um café da manhã no Cenpec para celebrar o lançamento da publicação – Rua Minas Gerais, 228, Consolação, São Paulo.

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Balão-Para-Saber-MaisLeia mais sobre artes visuais e expressão com crianças pequenas nas postagens:

Cultura africana e brasileira: mistura de sabores, cores e ritmos

É possível trabalhar a cultura africana na educação infantil? Acompanhe nossas sugestões e a dica de um livro gratuito e disponível para download.

congadaSomos o país que tem a maior população de origem africana fora da África!
Como podemos perceber a importância e a influência da cultura africana no Brasil?
Crianças pequenas podem compreendem esse importante braço da nossa cultura? 
Sim! Elas podem sentir, experimentar, brincar e aprender a partir das nossas heranças culturais.

Neste mês de novembro temos uma oportunidade de refletir sobre as influências africanas, pois no dia 20/11 comemoramos o Dia da Consciência Negra. Em algumas cidades é feriado e o assunto é geralmente veiculado na TV, no rádio e nos jornais.

Essa história começa com a influência cultural trazida pelos escravos africanos para o Brasil e está presente no dia a dia em nossos hábitos e costumes.

História e Cultura Afro-brasileiraO livro História e cultura africana e afro-brasileira na educação infantil foi especialmente preparado para a Educação Infantil e está disponível para download, desde 2104, no portal do MEC Por dentro da África.

A publicação sugere formas para as crianças pequenas explorarem vários sentidos da sua corporeidade, conhecerem cores, palavras, canções, texturas e histórias, produzirem desenhos, participarem de rodas de conversas e estabelecerem relações entre si a partir da cultura africana. São propostos dois temas com roteiros e possibilidades para pesquisar e desenvolver a contação de histórias a partir da cultura dos Griôs e a Capoeira, hoje considerada patrimônio cultural da humanidade. O livro está muito bem organizado e sugere percursos para trabalhar projetos. Porém, os projetos precisam ser flexíveis e responsivos, isto é, devem perseguir a curiosidade e os interesses das crianças, instigadas pelo professor. Porque é assim que criança aprende!

Ampliando a pesquisa!

Quais outros temas da cultura afro-brasileira podem ser abordados? Culinária, ritmos, música e dança, capoeira e festividades regionais.

feijoadaA influência africana na nossa alimentação é um aspecto que pode ser pesquisado a partir dos hábitos das famílias das crianças. Qual família não come angu, cuscuz, pamonha, acarajé, mungunzá, farofa, vatapá, ou não usa o azeite de dendê, o leite de coco e não faz a popular feijoada? Muitas receitas vindas do continente africano foram reelaboradas e fazem parte do nosso cotidiano. Valorizar e apreciar esse conhecimento enriquece as experiências e promove a consciência deste legado cultural.

Outro aspecto bastante rico e que desperta o interesse e a participação dos pequenos são os ritmos e músicas de raiz africana: samba, pagode, Afoxé, chorinho, baião, batuque de umbigada, samba reggae, coco, Moçambique, entre outros.

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Pesquise os ritmos que tenham façam conexão com as raízes culturais das famílias e apresente para o grupo. Deixe que apreciem com os ouvidos e com o corpo, mostre que é possível experimentar os ritmos com o balanço dos braços, cabeça, pernas, quadril… enfim, procure inspirar e convidar para uma brincadeira expressiva.

Para ampliar o mergulho na música de origem africana, procure conhecer também alguns instrumentos de percussão trazidos pelos africanos, como tambores, atabaques, agogô, xequerê e berimbau. Muitos deles são fáceis de serem produzidos com sucatas, sementes e outros materiais comuns. Preparar cestas heurísticas com objetos sonoros é uma maneira de promover a exploração dos ritmos com os menores. Já com os maiores, é possível organizar uma oficina de produção dos objetos.

Combine os instrumentos com as músicas pesquisadas e a brincadeira vai ficar multissensorial e multi expressiva!

A riqueza cultural das festas como do Maracatu, do Bumba meu boi, do Jongo, do Reisado podem encantar as crianças e se transformar em tema de investigação e brincadeira.

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PARA SABER MAIS…

Na postagem:  História e cultura africana e afro-brasileira na educação infantil

Nos livros:

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O Menino Marrom de Ziraldo

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Menina Bonita do Laço de Fita de Ana Maria Machado

 

O cabelo de Lelê o-cabelo-de-lele_valeria-belemde Valéria Belém

 

 

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Meninas Negras de Madu Costa

Surpresas no planejamento do dia a dia

Como trabalhar propostas para crianças criativas e investigadoras que indicam novos caminhos para os planejamentos do professor? Leia as opiniões dos leitores do Tempo de Creche.

Será que as propostas que realizamos com as crianças acontecem conforme o planejado?Conseguimos prever como elas vão reagir? O que elas vão perguntar? Como vão brincar? Pelo que vão se interessar? O que vão aprender?
Questionamentos como esses causam ansiedade em todos os professores. Aliás, o incerto perturba qualquer pessoa!

Fizemos uma proposta de reflexão a partir do trecho de uma entrevista com a fotógrafa Maureen Bisilliat. Assista o vídeo:

Pelo comentário da fotógrafa, percebemos que ela tinha recebido a encomenda de um livro de fotografias em preto e branco sobre os índios do Xingu.

Maureen, apesar de ter se preparado para atender a tal encomenda, ao chegar no local, percebeu que a fotografia preto e branco não traduziria o contexto. Maureen ficou sensibilizada pela força das cores vermelha, preta e amarela do Xingu e, assim, decidiu modificar o projeto inicial, fazendo um livro de fotos coloridas.
Esse trabalho fez da Maureen um expoente sobre a cultura e os hábitos dos povos do Xingu.

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A mudança de rumo no trabalho da artista pode ser comparada às mudanças que precisamos encaminhar no cotidiano com as crianças?

Muitos leitores do Tempo de Creche contribuíram com respostas interessantes para esta questão. Vamos refletir?

Iolanda Pereira nos disse que, às vezes, o que levamos para os pequenos se sobrepõe ao que as crianças propõem. Por isso, para ela é preciso ter flexibilidade naquilo que se planeja. Cintia Cannavo alerta para a necessidade de perceber as nuances, e Paloma Candida para os barulhos que povoam a cabeça dos pequenos.

Paloma Almeida foi na mesma direção. Ela destacou que no momento das vivências, as crianças podem modificar as nossas perspectivas iniciais. Nesse sentido, os pequenos criam suas próprias aventuras de prazer, tecendo com orgulho ideias iluminadas.

Luciana Rossi Nascimento disse ter que aumentar a cartela de cores nos planejamentos que, em geral, enxergavam o preto e branco dos projetos. Para a professora, as crianças sempre surpreendem. Nesse aspecto, Jaqueline Diel lembra a importância de se deparar com as surpresas e se reorganizar para contemplá-las.

Complementando esse pensamento, Ana Cristina Souza Campos nos lembra que não é preciso se desesperar com as novidades porque podemos registrá-las e trabalhar nelas num momento de reflexão: o exercício de olhar e ouvir as crianças a todo momento é o nosso maior desafio. Quando nos vemos surpreendidos com respostas inesperadas à nossa ação, mesmo que não tenhamos a possibilidade de mudá-la imediatamente, a reflexão permanente se impõe e novas rotas precisam ser traçadas.

Ana Mariza Filipouski faz uma conexão sobre as surpresas da fotógrafa Maureen e o inusitado do cotidiano do professor:
O planejamento expressa a intenção do professor (assim como o desejo de Orlando fundamentou a demanda a Maureen), mas o sujeito que vê os alunos que serão atingidos pelo projeto impõem o seu ponto de vista, a sua percepção (que às vezes podem surpreender). Como o exercício da docência se faz permanentemente por ação-reflexão-ação, os achados não previstos servem para informar novas propostas, para indicar possibilidades nem sempre antevistas ao propor, mas quase sempre válidas se o professor tem clareza do fazer pedagógico. Um planejamento serve para traçar um caminho, mas só se concretiza durante a caminhada.

Finalmente, Gisela Ferrer trouxe poesia à nossa discussão: crianças enxergam cores à partir da própria existência. É muita luz para um mundo em preto e branco!

Agradecemos aos leitores do Tempo de Creche que contribuíram generosamente com essa postagem e, aproveitamos para convidar para as próximas reflexões coletivas. Aceite nosso desafio!

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Balão-Para-Saber-MaisPARA SABER MAIS…

Veja a entrevista completa da fotógrafa Maureen Bisilliat no programa Provocações, da TV Cultura.

 

Retrato da fotógrafa Maureen Bisilliat. Ao fundo uma de suas fotos feitas no Alto Xingu.
Retrato da fotógrafa Maureen Bisilliat.

→ Sheila Maureen Bisilliat nasceu na Inglaterra e mudou-se para o Brasil em 1957. Autora de livros de fotografia inspirados em grandes autores brasileiros. A partir de 1980 dirigiu em parceria com Lucio Kodato o documentário Xingu/Terra e, em 1988, foi convidada por Darcy Ribeiro para montar o acervo de Arte Popular Latino-americana, que deu origem ao Pavilhão da Criatividade da Fundação Memorial da América Latina, SP, do qual foi curadora até 2011.

→ Leia mais sobre como planejar propostas flexíveis nas postagens:

O que planejar… alguma sugestão?
Organização de propostas: garantia de brincadeira e aprendizado
O ritmo das crianças e a ansiedade do professor
Preparar atividades: o desafio de planejar o imprevisível

A cozinha da escola também é lugar de criança!

Cozinhar é uma atividade do dia a dia que nos coloca em contato com sensações, emoções, histórias, costumes e criação. Será que a escola não priva as crianças dessa importante experiência cultural?

criancas-preparando-massaComo é a cozinha da escola? As comidas e os seus preparos são experiências culturais intensas às quais frequentemente privamos as crianças. Cozinhar é uma atividade do dia a dia que nos coloca em contato com sensações, emoções, histórias, costumes e até mesmo com a geografia.

Balão-Dúvida-pO que sentimos com os alimentos?
Quais sabores percebemos? Quais cheiros, cores e texturas?
Faz barulho quando mordemos? Tinge a nossa boca?
De onde vem esse alimento? Como ele é preparado? O quão intenso é esse trabalho?
O que ou quem essa comida me lembra? Como me sinto ao comê-la?

Preparar a comida vai muito além de trabalhar com as crianças conceitos da matemática , da química, da física e a autonomia. Cozinhar envolve método, sensibilidade, criatividade, sentimento e trabalho colaborativo. Por isso, é um campo fundamental para a Educação. Continue lendo “A cozinha da escola também é lugar de criança!”

História: A incrível viagem do barquinho de papel

Barquinhos de papel despertam a imaginação. Baixe e imprima o livro com a história “A incrível viagem do barquinho de papel”. Leia e brinque com a turma.

Você sabe fazer barquinho de papel? Já brincou com um? Barquinhos de papel são uma obra de engenharia, poesia estética e provocadores de brincadeiras, pesquisas e narrativas.
Na minha infância um primo contou uma história de aventura com barquinho de papel que nunca esqueci. Já sonhei muito com essa narrativa emocionante e surpreendente. Hoje transformei ela num livro para compartilhar com nossos leitores: A incrível viagem do barquinho de papel.  Aproveite para ler, imprimir as cenas e brincar com sua turma. Proponha explorações estéticas e científicas nas mil possibilidades desse brinquedo de dobradura que desafia sonhar.

BAIXE O LIVRO:livro-a-incrivel-viagem-do-barquinho-de-papel

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Sugestões para a contação e para brincadeiras

Prepare um barquinho de papel antes de contar a história. Pode fazê-lo na frente das crianças – mas não precisa ser uma “aula de fazer barquinho de papel” porque acreditamos que depois da história elas vão se interessar pelo assunto. É possível que você tenha que repetir a história algumas vezes, então faça barquinhos de reserva. Continue lendo “História: A incrível viagem do barquinho de papel”

Primavera: aventura e pesquisas

Uma estação que inspira a pesquisa. A primavera tem o clima, as cores e uma explosão de recursos para provocar os pequenos. Acompanhe as dicas para se aventurar junto!

cores-das-plantasEstamos na primavera!
Que tal aproveitar a nova estação que convida para sair da sala e investigar as plantas do entorno? O clima e a paisagem inspiram a aventura de observar, experimentar, pesquisar, criar e descobrir. Vá pensando no seu contexto e nas suas experiências para construir conosco um novo planejamento para a primavera.

Quais árvores estão floridas em sua região? Que cores tem a paisagem natural?
Como fica o chão abaixo das árvores? As crianças têm o costume de coletar flores e folhas? É possível pegar as flores que caem?

Um professor pesquisador…

Faça uma pesquisa das plantas na sua cidade e no entorno da escola: Continue lendo “Primavera: aventura e pesquisas”

Cores: muito mais do que azul, amarelo e vermelho!

O mundo é colorido… é preciso ensinar as cores para as crianças? Como fazer isso de forma natural e contextualizada? Como promover “experiências coloridas”?

Volta e meia nos deparamos com situações corriqueiras de “ensino” das cores em creches e escolas de Educação Infantil. Por que essa aprendizagem é considerada fundamental para o desenvolvimento das crianças? O que dizer das atividades coletivas planejadas para explorar apenas uma cor? Hoje é o dia do amarelo! …um sem fim repetitivo de papéis cortados, tintas e material impresso de qualidade duvidosa, para tentar relacionar o conceito abstrato da cor à sua nomeação.

Parece que a creche é a guardiã desse conhecimento! SERÁ?

Observe as cores ao seu redor…
Elas não existem sozinhas! Estão inseridas num contexto, são características das plantas, frutas, animais, de objetos etc.

folhasAssim, é importante trabalhar as cores como qualidades das coisas, e não extraí-las isoladamente do seu contexto. Afinal, crianças aprendem o mundo a partir do contexto em que vivem: reconhecendo as cores que encontra pelo caminho, nos objetos, nas roupas, na natureza… o universo é colorido! E a criança se interessa por conhecê-lo. Continue lendo “Cores: muito mais do que azul, amarelo e vermelho!”

O que pensar da formatura na educação infantil?

“Formatura” na educação infantil…será? Vamos pensar sobre ritos de passagem significativos?

Uma leitora nos perguntou a respeito da pertinência das famosas formaturas na educação infantil. Ela destacou que não vê a necessidade do evento, mas por conta de uma prática já difundida entre muitas creches e escolas, sente dificuldade em discutir a questão com a equipe pedagógica e familiares.

Gostaria de saber se vocês tem algum texto sobre FORMATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Não concordo que haja necessidade desse evento para “comemorar” a transição para o ensino fundamental. Mas o fato é que muitas instituições têm essa prática, o que dificulta o entendimento por parte de alguns professores e também os pais. (C.S.)

Como vemos essa situação?

O que significa formatura?
A palavra formatura deriva de formar-se ou formação. A “formatura” é uma cerimônia festiva de conclusão de um curso. É a conclusão de uma etapa da vida que transformou um grupo de pessoas. Nesse sentido, as formaturas podem ser vistas também como rituais de passagem: celebrações que marcam mudanças de fase de uma pessoa na sua comunidade e na sua formação. Os ritos de passagem podem ter caráter social, comunitário ou religioso. Mas, em geral representam a marca de momentos importantes na vida das pessoas. Continue lendo “O que pensar da formatura na educação infantil?”

Uma proposta artística para provocar pesquisa e escuta

Pesquisa e escuta das crianças. Por quê? Conheça também uma experiência para pintar com esponjas nos pés e a Coleção Fazendo Arte, disponível para download.

Que tal a sensação de caminhar sobre esponjas macias que marcam as passadas?
É possível pintar com os pés?
O que podemos ouvir das crianças quando são provocadas e fazem suas pesquisas?

Selecionamos uma proposta da coleção Fazendo Arte do PIM – Programa Primeira Infância Melhor, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul para pensar sobre pesquisa e escuta.

O PIM é um programa de política pública pioneiro no Brasil, desenvolvido em 2003. É uma ação de promoção do desenvolvimento integral da primeira infância que se apoia em três eixos: família, comunidade e intersetorialidade (saúde, educação, assistência social, cultura e justiça). O programa se desenvolve através de visitas domiciliares e comunitárias. Um time de visitadores capacitados visita semanalmente famílias em situação de risco e vulnerabilidade social, e constrói com elas o fortalecimento de suas competências para educar e cuidar das crianças.

Os materiais elaborados pelo grupo técnico do PIM para capacitação da equipe de visitadores estão disponíveis no site do programa e podem ser baixados gratuitamente.

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coleo-fazendo-arte-pim vol4 Continue lendo “Uma proposta artística para provocar pesquisa e escuta”

Experiência: rola, enrola e pinta!

Uma proposta divertida. Muita experiência e aprendizagem para conquistar: pintura com rolinhos e plástico bolha. Conheça essa sugestão!

pintura com rolos e plástico bolhaCom as crianças voltando das férias, o gás para aventuras e novas pesquisas está renovado. E dá-lhe buscar inspiração para acompanhar a turma. Pesquisamos uma técnica interessante para pintar, provocar e trabalhar a criatividade e a motricidade.

Rolinhos de Plástico Bolha

Rolar, enrolar, girar e torcer: uma categoria de movimentos divertidos que as crianças pequenas gostam de fazer. Uma pista para o professor mediar e ampliar.

I – A dica é começar a trabalhar o corpo todo e depois passar para as mãos. Pesquise e selecione uma música provocante – se tiver na letra uma referência aos movimentos de enrolar e girar, melhor! Apresente para os pequenos e mergulhe na dança. Gire o corpo, deite no chão e role, use os braços para fazer movimentos circulares e, sem falar, convide os pequenos a se inspirarem nos seus movimentos. Crianças começam a aprender imitando. Continue lendo “Experiência: rola, enrola e pinta!”