Um guia para a jornada do relatório individual

Relatório individual? Sem problemas! Elaboramos 2 quadros facilitadores para organizar os registros e as reflexões sobre o desenvolvimento de cada criança. Já entregou os seus? Use esse como base para facilitar o trabalho no próximo semestre!

janela vitralA hora do relatório individual! Nessa época, escolas, professores e coordenadores se encontram numa temporada de muito trabalho. É o momento de colocar em teste os registros do professor e a seleção de materiais produzidos pelas crianças. Mais do que isso, é a hora de pensar sobre todas as reflexões realizadas no período. É o momento de compor uma narrativa que expresse a trajetória de cada criança, com suas singularidades e conquistas. É também a hora de dar a devolutiva para as famílias, estreitar as relações e chegar ao próximo semestre com uma parceria solidificada e comprometida.
Se você já fez e entregou seus relatórios, pode utilizar os roteiros que propomos nesta postagem para acompanhar suas observações e registros e facilitar o trabalho do final do próximo semestre. Continue lendo “Um guia para a jornada do relatório individual”

Pauta do Olhar: os campos de experiências e a singularidade

Ensinamos as crianças prevendo respostas exatas? Elaboramos um roteiro de PAUTA DO OLHAR para acompanhar o desenvolvimento infantil criativo e singular.

Refletir, repensar os mesmos assuntos e enfatizar alguns aspectos para orientar uma prática pedagógica que garanta sempre as vias de mão dupla. Paulo Freire afirmava que quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. O que estamos aprendendo no momento em que estamos ensinando? Estamos ensinando prevendo respostas certas? Ou estamos ensinando de forma aberta, concedendo tempo e liberdade para as crianças expressarem seus modos singulares de se desenvolver?

imagem para materia do site SEE_ BASE NACIONAL COMUM CURRICULARNesse sentido, achamos que somos chatas e repetitivas porque estamos retomando os Campos de Experiências e a forma como foram abordados os desenvolvimentos das crianças pequenas na 2a versão da BNCC (Base Nacional Comum Curricular).

O Tempo de Creche acredita na importância e necessidade de ampliar o repertório dos seus educadores-leitores, respeitando e balizando os conteúdos pelas diretrizes e documentos nacionais do MEC. Mas não podemos valorizar aquilo que parece fugir do razoável! Assim, não concordamos com a forma como os campos de experiências da segunda versão foram estruturados. Continue lendo “Pauta do Olhar: os campos de experiências e a singularidade”

Um guia para a jornada do relatório individual

Relatório individual? Sem problemas! Elaboramos 2 quadros facilitadores para organizar os registros e as reflexões sobre o desenvolvimento de cada criança. Já entregou os seus? Use esse como base para facilitar o trabalho no próximo semestre!

janela vitralA hora do relatório individual! Nessa época, escolas, professores e coordenadores se encontram nums temporada de muito trabalho. É o momento de colocar em teste os registros do professor e a seleção de materiais produzidos pelas crianças. Mais do que isso, é a hora de pensar sobre todas as reflexões realizadas no período. É a hora de compor uma narrativa que expresse a trajetória de cada criança, com suas singularidades e conquistas. É hora de dar a devolutiva para as famílias, estreitar as relações e chegar no próximo semestre com uma parceria solidificada e comprometida.
Se você já fez e entregou seus relatórios, pode utilizar os roteiros que propomos nesta postagem para acompanhar suas observações e registros e facilitar o trabalho do final do próximo semestre. Continue lendo “Um guia para a jornada do relatório individual”

Base Nacional Comum Curricular: uma referência prática? Você decide!

Você já ouviu falar da Base Nacional Comum Curricular? Vamos conhecer esse documento, refletir sobre seu conteúdo e opinar?

BNCVocê conhece e utiliza os documentos referenciais e orientações curriculares na sua prática? Já ouviu falar da Base Nacional Comum Curricular?

O PNE – Plano Nacional de Educação prevê a elaboração de (mais!) um documento orientador para as práticas da escola: a Base Nacional Comum Curricular, em processo de tramitação no congresso.

Nesse documento, profissionais especialistas e interferências da sociedade pretendem construir coletivamente os “direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos”.

O material foi elaborado com uma dinâmica fácil de ser percebida: 6 direitos de aprendizagem na Educação Infantil são reconhecidos como objetivos de aprendizagem a serem implementados em 5 campos de experiência. Nessa abordagem o professor tem 30 dimensões a serem trabalhadas com as crianças de 0 a 6 anos. Veja a tabela abaixo. Continue lendo “Base Nacional Comum Curricular: uma referência prática? Você decide!”