Oficinas de Fotografia e Stop Motion para professores da Educação Infantil

Gostaria de aprender a fotografar? E fazer animações em Stop Motion? Oficinas de curta duração oferecidas pela Prefeitura de São Paulo, no início de novembro.

Como estar informado e atualizado num mundo de rápidas mudanças?
Como aproveitar novos recursos para registrar o trabalho com mais qualidade? Gostaria de aprender a fotografar? E fazer animações em Stop Motion?
A Prefeitura de São Paulo está oferecendo oficinas de Educomunicação destinadas a educadores e estudantes da Rede Municipal de Ensino.
De acordo as informações veiculadas, consistem em formações de curta duração, com conteúdos selecionados para aplicação em projetos ou em atividades na sala de aula. Serão contempladas as linguagens: Rádio, Cinema, Jornal, Fanzine, Vídeo e Fotografia, com momentos para o desenvolvimento de projetos práticos e oficinas de criação com foco na redação.

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Duas oficinas são oferecidas especialmente aos professores de Educação Infantil, atenção para os locais e datas! Continue lendo “Oficinas de Fotografia e Stop Motion para professores da Educação Infantil”

Coordenador-formador e seus professores-alunos

O coordenador cobra de seus professores planejamento, organização, registro e reflexão. Mas faz o mesmo ao assumir seu papel de professor dos professores?

Na semana que passou Madalena Freire me fez pensar sobre a relação do coordenador e do formador com seus alunos-professores. Numa de suas provocações, ela trouxe uma pergunta que cutucou a cabeça: como o coordenador lida com seu papel de formador e professor de sua equipe de professores? O que ensinar para eles? Como ensinar? Podemos pensar em recursos, formatos e conteúdos, mas fundamentalmente esquecemos de três pilares estruturantes de todo o processo de ensino-aprendizagem: espaço + constância + propostas. Esquecemos de assumir que ensinar traz angustia e aprender dói. Porque só fazemos isso quando estamos incomodados e desejantes de algo que nos faz falta.

É inegável que o coordenador pedagógico, ao gerir sua equipe de acordo com a missão da instituição e o projeto político pedagógico, precisa assumir a função de professor: aquele que de fato ensina um grupo de pessoas com características únicas enquanto grupo e indivíduos. Quando o coordenador não se vê como professor, ele atua como gestor de burocracias e apagador de incêndios. E, certamente, os caminhos do ensinar-aprender da escola não se qualificam como um todo e perdem a personalidade e o contexto.

Ah! Mas tem as paradas pedagógicas mensais! Nos reunimos e colocamos tudo em dia!

Sim e não! Continue lendo “Coordenador-formador e seus professores-alunos”