Cores: muito mais do que azul, amarelo e vermelho!

O mundo é colorido… é preciso ensinar as cores para as crianças? Como fazer isso de forma natural e contextualizada? Como promover “experiências coloridas”?

Volta e meia nos deparamos com situações corriqueiras de “ensino” das cores em creches e escolas de Educação Infantil. Por que essa aprendizagem é considerada fundamental para o desenvolvimento das crianças? O que dizer das atividades coletivas planejadas para explorar apenas uma cor? Hoje é o dia do amarelo! …um sem fim repetitivo de papéis cortados, tintas e material impresso de qualidade duvidosa, para tentar relacionar o conceito abstrato da cor à sua nomeação.

Parece que a creche é a guardiã desse conhecimento! SERÁ?

Observe as cores ao seu redor…
Elas não existem sozinhas! Estão inseridas num contexto, são características das plantas, frutas, animais, de objetos etc.

folhasAssim, é importante trabalhar as cores como qualidades das coisas, e não extraí-las isoladamente do seu contexto. Afinal, crianças aprendem o mundo a partir do contexto em que vivem: reconhecendo as cores que encontra pelo caminho, nos objetos, nas roupas, na natureza… o universo é colorido! E a criança se interessa por conhecê-lo. Continue lendo “Cores: muito mais do que azul, amarelo e vermelho!”

Uma proposta artística para provocar pesquisa e escuta

Pesquisa e escuta das crianças. Por quê? Conheça também uma experiência para pintar com esponjas nos pés e a Coleção Fazendo Arte, disponível para download.

Que tal a sensação de caminhar sobre esponjas macias que marcam as passadas?
É possível pintar com os pés?
O que podemos ouvir das crianças quando são provocadas e fazem suas pesquisas?

Selecionamos uma proposta da coleção Fazendo Arte do PIM – Programa Primeira Infância Melhor, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul para pensar sobre pesquisa e escuta.

O PIM é um programa de política pública pioneiro no Brasil, desenvolvido em 2003. É uma ação de promoção do desenvolvimento integral da primeira infância que se apoia em três eixos: família, comunidade e intersetorialidade (saúde, educação, assistência social, cultura e justiça). O programa se desenvolve através de visitas domiciliares e comunitárias. Um time de visitadores capacitados visita semanalmente famílias em situação de risco e vulnerabilidade social, e constrói com elas o fortalecimento de suas competências para educar e cuidar das crianças.

Os materiais elaborados pelo grupo técnico do PIM para capacitação da equipe de visitadores estão disponíveis no site do programa e podem ser baixados gratuitamente.

Colecao-Fazendo-Arte

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Em que língua falo com minhas crianças?

Não é fácil traduzir sentimentos e emoções em palavras. Como estimular, então, aquilo que as palavras não dizem? Leia na postagem EM QUE LINGUA FALO COM AS MINHAS CRIANÇAS?

Balão-Dúvida-pComo contribuir para que as criança se comuniquem?

Às vezes é frustrante notar alguns pequenos com estado de espírito fragilizado e não conseguir “ser um ombro amigo”.  Acolhemos nos braços, tentamos conversar, mas percebemos que a criança tem o que falar e não consegue se expressar. 

Linguagem do corpo

Não é fácil para nós, adultos, traduzir sentimentos e emoções em palavras. Que dirá para as crianças em pleno amadurecimento global.

Nos encontramos, então, numa encruzilhada entre a disposição para ajudar e a dificuldade em dialogar.

Balão-Dúvida-pEssa situação tem solução?
Como resolver a questão? Continue lendo “Em que língua falo com minhas crianças?”